terça-feira, 10 de fevereiro de 2009

Se eu fosse...


Uma actividade bem interessante e capaz de abrir lugar à imaginação, criatividade e humor.
Em S. Cláudio já deu direito a repetição. http://web.me.com/joaorolando/palavritas/Palavritas/Palavritas.html

quarta-feira, 4 de fevereiro de 2009

Mini-jornalismo

As actividades que os alunos da EB1 de Avidos realizam no exterior costumam ser documentadas e os assuntos sobre que versam são tratados e explorados na sala de aula.

Desde que foi aberto o seu blogue, então, essas actividades dão notícia que se publica e divulga num sítio já bastante visitado.

Nas últimas saídas visitaram sítios de aprender histórias de vida na Casa Museu de Camilo Castelo Branco e Museu Soledade Malvar.

Ficaram "maravilhados" e afirma-no reconhecendo a importância das visitas e atribuindo especial importância aos objectos de uso pessoal em http://www.eb1avidos.blogspot.com

Que Punha de Baca!

Munto benhe, c' ridos leitores,

Esta coija de mesturar a escrita co' a fala e a fala co' a escrita xempre foi defícel d' intendere.
Cuntudo, acunteça o c' acuntecer, está xempre a dare.
No' xítios onde bamos: nos cafézes, nas mercearias, nas escolas... estamos sempr'a oubire coisas estrainhas que nos moem as intranhas, especialmente a nozes, professores, é claro.
Pois! É qu' imbora eu isteja p' ráqui a falare assinhe, cunforme eu ouço munta gente a sortar a língua e abrire a boca inté ó fundo, à graganta, quale graganta funda sempre pronta a sortare as bacas do istábulo, na berdade quaise nunca falo assinhe, debo dezeri.

Ouviram bem, meninos e meninas? Leram bem, senhoras e senhores?
É que, embora por vezes até fale mal, ou melhor, em português que não corresponde à norma, fale em português minhoto, bem minhoto, quero dezeri, redijo quase todos os meus textos utilizando essa norma nas comunicações que tenho com os outros.
Correctamente, é claro. Ou pelo menos, 99,999% correctamente pois não posso nem quero afirmar, como o outro de todos bem nosso conhecido, que nunca tem dúvidas e, além disso, raramente se engana. Reconheço, portanto, ser o como o mais comum dos mortais e não ter qualquer propensão a ou desejo de o não ser.
Com esta meia dúzia de afirmações pretendo apenas aqui esclarecer e deixar à comunidade o seguinte:
Ensino os meus alunos a a falar - ou melhor, a ouvir - e a escrever a norma do português, sua língua de união entre as diversas comunidades de falantes, mas não os ensino a falar outra língua que não o português regional do Minho, língua característica da sua verdadeira cultura.
Na minha óptica devemos ensinar as nossas crianças a distinguir os "bês" dos "vês" mas não os devemos obrigar a utilizar, na fala, os vês correctamente.
E quem diz este caso, diz os muitos outros que se nos aplicam...


Pedro Costa

terça-feira, 3 de fevereiro de 2009

Leitura - informação e recreação

Ler permite saber...
Ler permite recrear...
Ler permite até, saber para recrear!

E, por este recurso, duas turmas da Eb1 Luís de Camões prepararam, na semana passada, alguns passatempos que divulgamos.

Pela consulta de várias obras disponibilizados pelas professoras e leitura de textos nelas contidos, os alunos sentiram-se capazes de elaborar exercícios de palavras cruzadas e de sopas de letras, que divulgam nos blogues de turma em http://ldc3b.blogspot.com e http://consigoqueroesoucapaz.blogspot.com/

Vale a pena espreitar!

segunda-feira, 2 de fevereiro de 2009



Um pouco, pelas escolas que tenho acompanhado, vejo surgir renovados cantinhos de leitura e neles, recuperados volumes de antigas prateleiras empoeiradas, mas também obras novas, compradas recentemente das mais diversas formas e outras circulantes a partir da bilbioteca da EB1 Luís de Camões.
Em algumas escolas ocorre cruzar-me com a "Bibliomóvel" municipal e tudo isto me lembra renovar um texto que realizei para acompanhar a divulgação da Semana da Leitura em 2007.

História de uma almofada

Uma almofada que vivia
Abandonada lá em casa,
Foi comigo na sacola,
Viajar até à escola.

Ganhou uma nova vida
No chão da biblioteca
Quando nela se sentou
A Diana e o Toneca,
O João e a Rebeca
Mais o Pedro e a Inês
A Patrícia e a Guida.
E se viu assim repartida
Por um, por dois...
E por três.

Quando eu me sento nela
A almofada sorri.
Por ser assim pretendida
E passar de esquecida
A vedeta,
A estrela
Da biblioteca da escola
Quando saiu da sacola
Para ver um filme,
Um teatro,
Sob o rabo do Renato,
Do Jorge e da Joana,
Do Filipe, da Mariana,
Do Vítor e da Manela.

Vai ser um dia velhinha
E ter histórias para contar
Aquelas que um dia ouviu,
Outras, que vai inventar,
Sobre aquilo que sentiu
Quando, de minha casa saiu
Para, na escola, morar.
Jorge Pimentel

sexta-feira, 30 de janeiro de 2009

O Professor Pedro Costa da Escola de Abade de Vermoim divulga no "Blogue Júnior" a Biblioteca de Livros Digitais, que é francamente um recurso muito interessante, até porque o sítio estabelece uma ponte entre o formato digital dos documentos e o aspecto físico dos livros que são disponibilizados.
Dado o seu interesse, aqui fica o endereço do sítio http://e-livros.clube-de-leituras.pt/index.php
e, já agora ...
... um outro também muito interessante para quem é mais "cusco" e a sua curiosidade se direcciona para o estudo das figuras da História de Portugal. O Instituto Camões disponibiliza em formato digital a colecção do Expresso "Era uma vez um Rei" e uma biblioteca digital com um pouco para cada gosto em http://cvc.instituto-camoes.pt/conhecer/biblioteca-digital-camoes.html.

Boas consultas!

quarta-feira, 21 de janeiro de 2009

Se eu fosse um aspirador?

E...
Se eu fosse um aspirador...

... bom! ...
.... Cada um tem a sua forma de interpretar a situação. Pode pensar sobre o assunto, aferir com terceiros o interesse dos seus pensamentos... e divulgá-los.

Em todo o caso, tem, com certeza, que mobilizar conhecimentos já adquiridos sobre o que é um aspirador, qual o seu aspecto, a sua função e outras características relevantes. Depois terá que assumir o lugar do objecto e pensar como se o fosse. Só assim poderá perspectivar resposta ao desafio.

E este foi o que foi proposto em S. Cláudio (Antas) para um trabalho de grupo, com a ajuda de um guião organizado sob a forma de questionário e pelo qual os alunos elaboraram textos que também ilustraram e apresentarão à turma em outro momento, próximo (amanhã, com certeza).