sexta-feira, 20 de Novembro de 2009
T2 A1 - Blogue da EB1 Conde de S. Cosme, em V. N. de Famalicão
quinta-feira, 8 de Outubro de 2009
Sugestão de leitura

1. Literacias: contextos e práticas
2. Literacia crítica: concepções teóricas e práticas pedagógicas nos níveis iniciais de escolaridade
3. O que realmente podemos ver
4. A emergência da leitura no jardim-de-infância: os tapetes narrativos
5. A oralidade: uma porta aberta para a leitura e escrita
6. O espaço de leitura como fonte de prazer
7. A literatura para a infância e a compreensão leitora: a escola e a formação de leitores
8. O Menino Escritor ou a arte de escrever sobre a escrita
9. Motivar, ler e escrever: alguns exemplos
10. Proficiência na leitura: avaliação da compreensão leitora
11. Narrativa, identidade e literatura infantil
12. O resumo: técnicas de ensino explícito
13. A escrita criativa no 1.º Ciclo do Ensino Básico
14. O blogue em contexto escolar
15.Literacia científica: Conceitos e Dimensões
16. Literacia matemática em geometria: o caso da contagem de figuras
17. Literacia e Numeracia: uma experiência pedagógica no 1.º Ciclo do Ensino Básico
18. Organizar a aprendizagem, desenvolver competências e autonomizar o aluno
19. Condições para o sucesso em literacia: o exemplo finlandês
terça-feira, 16 de Junho de 2009
blog do dredmata
Espero que não considerem esta postagem um abuso ou uma qualquer outra forma de pretensiosismo. Publico-a apenas porque aqui se dá a conhecer "bastas cousas" que interessam à leitura e à escrita e o que aqui revelo apresenta talvez um presente-futuro "escritor".
Este é o título de um ainda pequeno blogue que o meu aluno André iniciou já em Janeiro.
Dado que o seu trabalho é verdadeiramente apenas seu e o considero muito interessante e válido no sentido de mostrar o que é um blogue e do que ele deve comunicar estou aqui a dá-lo a conhecer a todos os leitores deste sítio.
O André - Lopes - é bom rapaz, excelente aluno e tem 9 anos. Moço curioso e ladino acaba dentro de dias o 1º Ciclo.
É giro ver como a sua inocência faz deste um blogue de verdade.
Aproveito também para lhe desejar as maiores felicidades na sua carreira de estudante.
quinta-feira, 14 de Maio de 2009
Hot potatoes
Se, por um lado, os Magalhães representam a democratização do acesso das populações escolares à sociedade da informação, o impreparação de muitos dos envolvidos no processo conduz a uma utilização muito precária dos mesmos.
Seguramente que uma consola de jogos pode ser um elemento de valor formativo, por poder conduzir ao desenvolvimento de algumas capacidades sensoriais, motoras e de coordenação e ainda poder desenvolver a percepção instrucional explícita e/ou implícita. No entanto, outros jogos (até tradicionais) são capazes de cumprir rigorosamente os mesmos objectivos, sem que mereçam hoje, grande consideração ou simpatia, da parte das crianças.
Limitar o Magalhães ao desígnio de ser uma consola de baixo custo é, no mínimo, despropositado e concorrencialmente irregular.
A utilização completamente desregulada ou regulada por necessidades e finalidades completamente externas à criança não pode ser defendido pela escola e pelos professores pois, alguns casos, essa utilização poderá comprometer mesmo máximo objectivo educacional que é desenvolver, de forma Global, Integrada e Harmoniosa, nas vertentes Física, Intelectual, Estética, Ética e Moral as crianças que cuidam
Assim, os professores em formação PNEP, no nosso agrupamento, têm vindo a desenvolver actividades que promovem o aproveitamento desta ferramenta educativa, instruindo os alunos no conhecimento dos programas de que dispõem, nomeadamente para processar texto, para calcular, para desenhar e para realizar apresentações multimédia.
Tem também vindo a ser promovida a utilização de jogos educativos, disponibilizados na rede global de computadores em diversos sítios Internet e a realização de outros pelos próprios professores de forma exclusiva e adaptada à realidade que é cada grupo turma e os alunos que a compõem.
Para estes exercícios, para além do esforço, dedicação e criatividade dos professores, são usados programas de base, alguns pagos e outros disponibilizados gratuitamente pelos criadores para fins educacionais, como é o caso do “hot potatoes” que este ano já foi usado para construir exercícios de Língua Portuguesa nas escolas de Seide S.Paio, Antas S. Cláudio (http://palavrasbrincadeiras.blogspot.com/ e http://web.me.com/joaorolando/palavritas/Palavritas/Palavritas.html), Antas Cruzeiro e Lameiras.
Como é uma ferramenta muito interessante fica aqui um link que poderá esclarecer algumas dúvidas.
http://www.cceseb.ipbeja.pt/hotpotatoes/index.htm
A qualquer momento viremos a publicar aqui alguns desses trabalhos.
domingo, 15 de Março de 2009
Blogues
Numa das minhas mais recentes incursões, encontrei o bicho dos livros , um sítio de enorme interesse para quem faz, no seu dia-a-dia, a promoção do acto de ler.
http://obichodoslivros.blogspot.com
segunda-feira, 23 de Fevereiro de 2009
quinta-feira, 12 de Fevereiro de 2009
A Floresta está de luto!
A Floresta está de luto
Certa ocasião, a lebre, decidiu dedicar-se ao cultivo de cogumelos exóticos, como forma de “matar” o imenso tempo que lhe sobrava entre as diversas corridas de atletismo.
Os animais da floresta estavam admiradíssimos com o empenho da lebre, que já tinha reunido uma quantidade significativa de espécimes raros de cogumelos.
Tinha o estragadiarreicus, conhecido pelas suas qualidades na luta contra a diarreia; o estripocalus, que elimina ao calos mais persistentes que, no caso da lebre, até lhe fazia jeito por causa das corridas, e até o raríssimo e perigosíssimo, belezicolus, usado para fazer uma máscara de beleza que elimina as rugas mas que, quando ingerido, pode causar a morte.
A lebre teve o cuidado de colocar uns cartazes na sua vedação já em muito mau estado, onde se podia ler, entre outras coisas: “cogumelos venenosos”, “cuidado com o cão” e “vende-se cogumelos”.
Os filhos da família Texugo, vizinhos da lebre já tinham sido alertados por esta para o perigo de persistentemente entrarem pelos buracos da vedação para brincarem no meio dos seus terrenos. A lebre, que se encontrava de relações cortadas com a família de texugos há vários anos, mandou inclusive, uma carta em correio azul, registada e com aviso de recepção, despertando os pais para o perigo que representavam as constantes visitas dos seus filhos ao seu terreno.
Deu-se o acaso da tartaruga, o carteiro rápido e eficiente da floresta, a exemplo dos nossos correios, num dia tempestuoso, perder um número significativo de cartas, levando à letra aquele ditado “palavras leva-as o vento”. Acontece que entre essas palavras, ia a carta da nossa amiga lebre.
Nesse mesmo dia, o pica-pau, furioso com a intensidade dos ventos que lhe abanava as árvores todas, deu-lhe para comer os cartazes em madeira com os avisos que a lebre tinha colocado na sua cerca.
Os texugos, pequenos inocentes, não vendo qualquer cartaz na vedação, julgando que os cogumelos já não apresentavam qualquer perigo decidiram provar alguns dos afamados cogumelos, entre eles o famigerado “belezicolus”.
No dia seguinte realizaram-se três funerais na floresta. A família texugo estava de luto profundo.
Quem teve mais culpa pela morte dos texugos?
1- A lebre
2- Os texuguinhos
3- Os pais dos texugos
4- A tartaruga
5- O pica-pau